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Os Celtas


Breve história dos
Celtas

 


Povos guerreiros que dominaram grande parte da Europa por quatro séculos, os celtas são, provavelmente, originários do sudoeste da Alemanha. Segundo Pausânias e César, o nome de celtas era o que a si próprios davam os gauleses chamados Galli pelos romanos.

Os antigos chamavam celtas ao conjunto de povos que habitavam a Europa Central, desde o Oceano até o mar Negro. Após terem invadido a França, a Suíça e as ilhas Britânicas, saquearam Roma em 390 a.C. Mais tarde, ocuparam a Espanha e, dominando as regiões vencidas, dirigiram-se para o Oriente e atingiram a Ásia Menor, onde fundaram o reino chamado Galácia. Alcançaram o auge de seu poder por volta do ano 250 a.C. Como estavam organizados apenas em unidades tribais (onde os chefes guerreiros subjugavam a população camponesa), sem contar com uma unidade política central, os celtas acabaram sofrendo os efeitos de sua própria expansão territorial e desmembraram-se em vários grupos.

A maioria dos que habitavam o continente europeu forma dominados pelos romanos e germanos. Os das ilhas britânicas, que não sofreram pressões tão violentas, puderam conservar seus próprios idiomas. Ali subsistem ainda o gaélico, falado em certas pares da Irlanda e da Escócia, e o galês, idioma do País de Gales.

Aquele povo nórdico mantinha uma vida simples se comparada com a do mundo civilizado atual, e primava pela utilização das forças telúricas em todos as suas atividades, expressas basicamente através de ritos propiciatórios. Consideravam a natureza como a expressão máxima da Deusa Mãe. A divindade máxima era feminina, a Deusa Mãe, cuja manifestação era a natureza, por isso a sociedade celta embora não fosse matriarcal mesmo assim a mulher era soberana no domínio das forças da natureza.

Na realidade a corrente migratória atlante direcionada para a Europa Ocidental não primou pelo desenvolvimento tecnológico, ela não deu prosseguimento, por exemplo, à utilização ao desenvolvimento da ciência dos cristais como fonte de energia. Preferiram a utilização da energia inerente aos canais das forças telúricas mais simples (nesta palestra queremos dizer que nossa descrição teve mais como base a terminologia chinesa, mas vale agora dizer que tudo o que a geomância atual diz já era sobejamente conhecida dos Celtas que, por sua vez herdaram tais conhecimentos dos seus ancestrais remotos, os Atlantes que tinham grande domínio sobre tais conhecimentos), e mesmo assim de uma maneira não tecnológica.

Os celtas entendiam que a terra comporta-se como um autêntico ser vivo, que nela a energia flui tal como nos meridianos de acupuntura de uma pessoa. Eles sabiam bem como se utilizarem de meios de controlar essa energia em beneficio da vida, das colheitas e da saúde. O grande desenvolvimento dos celtas foi no campo do como manipular a energia sem o envolvimento de tecnologia alguma, somente através da mente. Enquanto outros descendentes da Atlântida usaram instrumentos os migraram para o oeste europeu, dos quais bem tardiamente surgiu como civilização celta, usaram apenas pedras, na maioria das vezes sobe a forma de dolmens de menhires. Geralmente pedras eram usadas como meios para o desvio e canalização de energia.

As construções megalíticas eram drenadores, condensadores e drenadores de energia telúrica, com elas os descendentes da Atlântida criavam "shunts" nos canais de força telúrica, desviando-a para múltiplos fins. Os Celtas chegaram a ter pleno conhecimento de que as forças telúricas podiam ser controladas pela mente, que a energia mental interagia com outros campos de forças, e que a energia mental podia direcionar aos canais, ou até mesmo gerar canais secundários de força. Sabiam o que era a energia sutil, e que podiam aumentá-la de uma forma significativa mediante certos rituais praticados em lugares especiais. Para isto escolhiam e preparavam adequadamente os locais ideais para suas cerimoniais religiosas.

 



 Península Ibérica editou às 12h54
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Os Iberos


A história
Dos Iberos

 



Quem eram os Iberos?

 

Os Iberos eram um povo pré-histórico que vivia no Sul e no Este do território que mais tarde tomou o nome de Península Ibérica.

As ondas de emigração de povos Célticos que desde o século VIII até ao século VI AC entraram em massa no noroeste e zona centro da actual Espanha, penetraram também em Portugal a Galiza, mas deixaram intactos os povos indígenas da Idade do Bronze Ibérica no Sul e Este da península.

Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro ( Iberus ), a todas as tribos instaladas na costa sueste, mas que no tempo do historiador grego Herodotus ( 500 AC ), é aplicado a todos os povos entre os rios Ebro e Huelva, que estavam provavelmente ligados linguisticamente e cuja cultura era distinta dos povos do Norte e do Oeste.

Havia no entanto áreas intermédias entre os povos Célticos e Iberos, como as tribus Celtiberas do noroeste da Meseta Central e na Catalunha e Aragão. Das tribos Iberas mencionadas pelos autores clássicos, os Bastetanos eram territorialmente os mais importantes e ocupavam a região de Almeria e as zonas montanhosas da região de Granada.

As tribos a Oeste dos Bastetanos eram usualmente agrupadas como "Tartessos", derivado de Tartéssia que era o nome que os gregos davam à região. Os Turdetanos do vale do rio Guadalquivir eram os mais poderosos deste grupo. Culturalmente as tribos do noroeste e da costa valenciana eram fortemente influenciadas pelas colónias gregas de Emporium ( a moderna Ampúrias ) e na região de Alicante a influência era das colónias fenícias de Malaca ( Malága ), Sexi ( Almuñeca ), e Abdera ( Adra ), que passaram depois para os cartagineses.


 Na costa este as tribos Iberas parecem ter estado agrupadas em cidades-estado independentes. No sul houve monarquias, e o tesouro de El Carambolo, perto de Sevilha, parece ter estado na origem da lenda de Tartessos. Em santuários religiosos encontraram-se estatuetas de bronze e terra-cota, especialmente nas regiões montanhosas. Há uma grande variedade de cerâmica de distintos estilos ibéricos Foi encontrada cerâmica ibérica no sul da França, Sardenha, Sicília, e África e eram frequentes as importações gregas .

A esplêndida Dama de Elche, um busto com características que mostram forte influência clássica grega. A economia Ibérica tinha uma agricultura rica , forte exploração mineira e uma metalurgia desenvolvida. A língua Ibérica era uma língua não Indo-Europeia, e continuou a ser falada durante a ocupação romana. Ao longo da costa Este utilizou-se uma escrita Ibérica, um sistema de 28 sílabas e caracteres alfabéticos, alguns derivados dos sistemas fenício e grego, mas de origem desconhecida. Ainda sobrevivem muitas inscrições dessa escrita, mas poucas palavras são compreendidas, excepto alguns nomes de locais e cidades do III século, encontradas em moedas.

Os Iberos conservaram a sua escrita durante a conquista romana, quando se começou a utilizar o alfabeto latino. Ainda que inicialmente se pensou que a língua Vasca era descendente do Ibero, hoje considera-se que eram línguas separadas.

Informação retirada de: Atoleiros
Pesquisa de: Um bolíndri na tarrafa
Montagem por: Miguel Gaspar Roque
 



 Península Ibérica editou às 12h51
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Breve história da Península Ibérica


Pequena história da
Península Ibérica

 



Depois dos povos pré-históricos, um dos primeiros povos que terá chegado à Península Ibérica foram os Iberos. Era um povo moreno de estrutura médio, originários provavelmente, do Norte de África. Ficaram-se principalmente no sul, junto ao Mediterrâneo. Usavam o bronze para fabricar armas e escudos de defesa . As suas casas eram circulares, foram os Iberos, que deram o nome à península.

Este povo estava dividido em várias tribos. Conheciam a escrita, cultivavam as terras e tratavam dos animais.

Os Celtas, que vieram depois, no século VI a.c., procuraram terras férteis no norte do actual Portugal, faziam casas redondas e com telhados cobertos de colmo que se chamavam castros. Ficaram conhecidos com a ourivesaria que fabricavam, que era de real valia.

Os povos Celtas e Iberos juntaram-se formando o povo Celtibero.

Uma das suas tribos mais famosas era a dos Lusitanos que viviam entre o rio Douro e rio Tejo na Lusitânia. O seu mais famoso chefe era Viriato, um pastor da serra da estrela que derrotou inúmeras vezes os Romanos.

Para muitos, os Lusitanos são os verdadeiros antecessores dos portugueses. Entre as numerosas tribos que habitavam a Península Ibérica quando chegaram os romanos, encontrava-se, na parte ocidental, a dos lusitani, considerada por alguns autores a maior das tribos ibéricas, com a qual durante muitos anos lutaram os romanos.

Não se sabe ao certo qual a sua origem. Alguns autores também incluem nos Lusitanos, os Galaicos, que, por sua vez, tinham por vizinhos, a oriente, os Astures e os Celtiberos.

Os galaicos aparecem documentados por vez primeira formando parte do exército do caudilho luso Viriato como mercenários de guerra mas os galaicos (castrejos) ao norte do Douro posteriormente seriam administrados por Roma como província autónoma na Gallaecia (Galécia) à margem da Lusitânia e da Hispânia Tarraconensis trás ser conquistados por Décimo Júnio Bruto o Galaico.

 



 Península Ibérica editou às 12h45
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desejo

Aqui espero conseguir o que na SAPO foi impossivel

 Península Ibérica editou às 12h23
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